Obrigada por me salvar.

Esqueci a janela do meu quarto aberta justo naquele dia que choveu. Lembrei-me logo dos meus livros, todos empilhadinhos na escrivaninha abaixo dela com suas páginas dobradas e capas gastas. Não podiam molhar, de jeito nenhum. Voltei correndo pra casa para salvá-los, e acabei sendo salva. Só eu sei o tempo que levei pra me…

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Me flagrei pensando nele.

Esses dias, me flagrei pensando nele. Em como seriam as unhas da sua mão esquerda, qual seria o cheiro do seu cabelo, onde a curva das suas costas atravessaria o meu destino e por onde andariam suas pernas enquanto não cruzassem com as minhas? Já me alertaram que me preparar não adianta. Amor não pede licença…

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