Júlia Sebastiany Alves, 20 anos, gaúcha do interior do estado, estudante de estética e cosmética, mas futura estudante de história, jornalismo e mais mil cursos de faculdade. Conhecimento e curiosidade quase substituem o ar puro da cidadezinha arborizada que vivo. Não gosto de rótulos, por isso prefiro dizer que por enquanto continuo amando gatos pretos e cachorros de porte grande. Mas também de gatos brancos e cachorros "pequerruchos". Gosto de viajar, com mochila nas costas e com espírito de sagitariana, como sempre. Gosto ainda mais de viajar na mente, de catar opiniões, de saciar a fome de minhas incógnitas e das incógnitas alheias. Nem sei quem sou, meu bem. Já fui loira, morena, e agora sou ruiva. Como vou me definir se nem a cor do cabelo eu não consigo escolher? Por isso, ​sigo dizendo o que Raulzito dizia: prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.

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Você trai.

Resolvi escrever. Os pensamentos me cercam. Palavras formam frases na minha cabeça. E essas frases, hoje, são de repúdio. Repúdio da palavra vista do modo mais autêntico e genuíno. Com o mais descarado e cínico significado: TRAIÇÃO. A incapacidade de ser fiel a uma única pessoa, a si ou para com outros. E ainda, a…

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