Não tem outra igual a ela.

Ela tem mania de prender o cabelo em um coque alto quando fica nervosa pra ganhar tempo, no entanto, investe por noites em claro em caras errados sem qualquer noção de perdê-lo. Ela coça a ponta do nariz pra distrair quando se sente envergonhada, mas expõe a cara à tapa sem qualquer vergonha se sentir-se…

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Ela era dela.

Ela era diferente, tinha o sal que faltava nas doces mulheres ao seu redor. Mas de doce entendia bem: do chocolate ao lisérgico. No entanto, não havia ácido lhe fizesse enxergar o mundo tão colorido, tão distorcido, quanto amor que lhe corroía o peito. Era dessas que amam demais: pessoas, lugares, recortes de revistas, casquinhas…

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